Introdução
As primeiras semanas do verão na China têm sido marcadas por uma sucessão de eventos climáticos extremos, com destruição e mortes em diversas partes do país. Neste artigo, vamos analisar os impactos dos tornados e tufões que têm afetado a China, com foco nos eventos recentes na província de Hubei e na região de Guangxi.
Tornados em Hubei
Na província de Hubei, na região central da China, dois tornados deixaram ao menos 11 mortos na segunda-feira (6/7). Além disso, os tornados deixaram mais de 300 pessoas feridas e uma desaparecida. Mais de 20 casas desabaram, e outras 4,8 mil foram danificadas. Ao todo, pelo menos 14,6 mil pessoas foram afetadas.
Tufão Maysak em Guangxi
Já em Guangxi, no sul da China, a passagem do tufão Maysak matou outras 15 pessoas e forçou a evacuação de quase 62 mil. A capital Nanning foi a mais afetada pela passagem de Maysak no final de semana. A tormenta elevou o nível de rios e represas, resultando em enchentes com “graves perdas de vidas e bens”, segundo a prefeitura da cidade.
Supertufão Bavi
Já o supertufão Bavi avança agora para a costa sul chinesa, depois de atingir as ilhas de Guam e Marianas do Norte, no Pacífico. Os ventos chegaram a 290 km/h, derrubando árvores e linhas de energia, além de interromper o abastecimento de água. Dezenas de milhares de pessoas ficaram sem energia elétrica. Felizmente, não houve relato de mortes.
Consequências e Previsões
A expectativa é que o supertufão Bavi atinja a China no final de semana, ainda com intensidade máxima. Isso pode causar mais devastação e perdas de vidas. É fundamental que as autoridades chinesas tomem medidas para preparar a população e mitigar os impactos dos desastres naturais.
Conclusão
Os eventos climáticos extremos que têm afetado a China são um lembrete da importância de se preparar para os desastres naturais. É fundamental que as autoridades chinesas e a população em geral tomem medidas para reduzir os riscos e mitigar os impactos desses eventos.
Fonte / Referência
Este artigo foi baseado em informações da ClimaInfo, AFP, Al-Jazeera, AP, New York Times e Reuters.