O secretário-geral da ONU, António Guterres, pediu uma renovação dos esforços para concluir a descolonização de 17 territórios que ainda permanecem sob domínio colonial.
Descolonização: um processo em andamento
Mais de 60 anos após a ONU lançar sua campanha formal de descolonização, o secretário-geral António Guterres pediu um compromisso renovado para concluir os negócios inacabados do fim do domínio colonial.
A descolonização é um processo complexo que envolve a transferência de poder de uma potência colonial para um governo local eleito, e é considerado essencial para a autodeterminação e a soberania dos povos.
Os 17 territórios não autônomos
Os 17 territórios não autônomos que ainda permanecem sob domínio colonial incluem Anguila, Bermudas, Ilhas Virgens Britânicas, Ilhas Cayman, Ilhas Malvinas, Ilhas Turcas e Caicos, Gibraltar, Guernsey, Ilha de Man, Jersey, Montserrat, Nova Caledônia, Polinésia Francesa, Santa Helena, Ascensão e Tristão da Cunha, Ilhas Pitcairn e Wallis e Futuna.
Esses territórios têm populações que variam de alguns milhares a centenas de milhares de pessoas, e enfrentam desafios significativos em termos de desenvolvimento econômico, social e político.
O papel da ONU
A ONU desempenha um papel fundamental no processo de descolonização, fornecendo apoio técnico e financeiro aos territórios não autônomos e promovendo a autodeterminação e a soberania dos povos.
A organização também trabalha para promover a conscientização sobre a importância da descolonização e para mobilizar a comunidade internacional em apoio aos esforços de descolonização.
Com a renovação dos esforços para concluir a descolonização, a ONU busca garantir que os 17 territórios não autônomos possam exercer seu direito à autodeterminação e à soberania, e alcançar um desenvolvimento sustentável e equitativo.
Conclusão
A descolonização é um processo complexo e desafiador, mas é essencial para a autodeterminação e a soberania dos povos.
Com a renovação dos esforços para concluir a descolonização, a ONU busca garantir que os 17 territórios não autônomos possam alcançar um desenvolvimento sustentável e equitativo, e exercer seu direito à autodeterminação e à soberania.
Fonte / Referência: UN News Climate